{"id":6539,"date":"2022-09-15T20:02:32","date_gmt":"2022-09-15T23:02:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.campolina.org.br\/?p=6539"},"modified":"2026-02-10T14:14:28","modified_gmt":"2026-02-10T14:14:28","slug":"embocaduras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/campolina.org.br\/novo\/embocaduras\/","title":{"rendered":"Embocaduras"},"content":{"rendered":"\r\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/campolina.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/IMG_0016-1024x683.jpg\" alt=\"\" \/>\r\n\r\n<\/figure>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>\u00a0 \u00a0 \u00a0Entre as pessoas envolvidas com a cria\u00e7\u00e3o de cavalos, de um modo geral, existe certo desconhecimento acerca de embocaduras, suas fun\u00e7\u00f5es e seus usos mais corretos. Cria-se em torno do assunto a expectativa de que estes instrumentos s\u00e3o capazes de grandes feitos, como, por exemplo, a corre\u00e7\u00e3o de v\u00edcios e defeitos adquiridos por animais devido a um adestramento incorreto. Na verdade, as embocaduras, ainda que \u00fateis na solu\u00e7\u00e3o de alguns problemas advindos de uma m\u00e1 equita\u00e7\u00e3o, s\u00e3o pe\u00e7as importantes num processo gradativo de adestramento, embasado em t\u00e9cnicas seculares e comprovadamente de grande efic\u00e1cia.<br \/>\u00a0 \u00a0 \u00a0Entendemos por embocadura todo o instrumento usado pelo cavaleiro para atuar na boca de um cavalo, pelo comando de suas m\u00e3os, atrav\u00e9s das r\u00e9deas. Durante a doma racional e nas primeiras montadas, \u00e9 comum o uso da focinheira, que, envolvendo o focinho do cavalo, permite o cavaleiro atuar com as m\u00e3os, obtendo controle do antem\u00e3o de forma semelhante ao que acontece pelo uso das embocaduras. Diferente destas, no entanto, a focinheira n\u00e3o age dentro da boca do cavalo. Temos, ent\u00e3o, dois tipos b\u00e1sicos de embocaduras, propriamente ditas: o brid\u00e3o e o freio, com suas caracter\u00edsticas espec\u00edficas.<br \/>\u00a0 \u00a0 \u00a0Antes de entrarmos propriamente no assunto, \u00e9 importante que sejam definidos conceitos que certamente ir\u00e3o auxiliar na compreens\u00e3o das mais corretas formas de utiliza\u00e7\u00e3o das embocaduras. Inicialmente \u00e9 bom que se definam \u201capoio\u201d e \u201ccontato\u201d, numa linguagem usual da equita\u00e7\u00e3o: apoio \u00e9 a press\u00e3o exercida pelo cavalo sobre a embocadura. Este apoio franco \u00e9 fundamental para que o animal possa desempenhar suas fun\u00e7\u00f5es com equil\u00edbrio e impuls\u00e3o satisfat\u00f3rios. Contato \u00e9 a liga\u00e7\u00e3o promovida pelo cavaleiro entre sua m\u00e3o e a boca do animal, atrav\u00e9s de tens\u00e3o nas r\u00e9deas. Apoio e contato s\u00e3o fatores interdependentes. O cavalo n\u00e3o tem como se apoiar na embocadura se o cavaleiro n\u00e3o promove uma tens\u00e3o nas r\u00e9deas, estabelecendo o contato. O cavaleiro, por sua vez, n\u00e3o tem como entrar em contato com a boca do animal, se o mesmo se recusa a apoiar, fugindo da embocadura por medo e defesa.<br \/>\u00a0 \u00a0 \u00a0Definindo-se sucintamente a sequ\u00eancia dos passos que se deve dar no processo de adestramento b\u00e1sico, inicialmente, \u00e9 fundamental que se projete o cavalo contra a embocadura, pelo uso das pernas, a fim de que o mesmo se apoie. Neste exerc\u00edcio, o cavalo ganhar\u00e1 ritmo e impuls\u00e3o, e o apoio ser\u00e1 consequ\u00eancia do trabalho. Estando o animal bem apoiado, deve-se procurar obter a eleva\u00e7\u00e3o da base do pesco\u00e7o. Esta s\u00f3 ser\u00e1 conseguida com o aumento da impuls\u00e3o e com um razo\u00e1vel engajamento dos membros posteriores. Na sequ\u00eancia deve-se promover o flexionamento da nuca do animal, que depender\u00e1 quase sempre da descontra\u00e7\u00e3o do maxilar. Diz-se de um cavalo engajado, com pesco\u00e7o obl\u00edquo e bem sustentado, e com a nuca devidamente flexionada, que se encontra em \u201catitude\u201d. Passemos \u00e0s embocaduras:<br \/>\u00a0 \u00a0 \u00a0O brid\u00e3o se caracteriza por apresentar uma \u00fanica argola onde se atam r\u00e9dea e cabe\u00e7ada. Esta argola encontra-se normalmente na mesma altura do \u201cbocado\u201d (parte da embocadura que age dentro da boca). Estas defini\u00e7\u00f5es se traduzem no fato de que a a\u00e7\u00e3o do brid\u00e3o se d\u00e1 de forma direta, sem efeito multiplicador de for\u00e7as.<br \/>\u00a0 \u00a0 \u00a0O freio apresenta argolas distintas onde se atam a cabe\u00e7ada e a r\u00e9dea. O bocado encontra-se normalmente numa posi\u00e7\u00e3o acima da argola onde se atam as r\u00e9deas. Enquanto a for\u00e7a aplicada pelas m\u00e3os do cavaleiro chega \u00e0 boca do cavalo com a mesma intensidade quando do uso do brid\u00e3o, o uso do freio promove um efeito multiplicador desta for\u00e7a, pela a\u00e7\u00e3o de alavanca que o caracteriza. E \u00e9 esta dualidade de a\u00e7\u00f5es que diferencia basicamente o brid\u00e3o do freio.<br \/>\u00a0 \u00a0 \u00a0Enquanto o brid\u00e3o atua nas comissuras labiais, e por isso precisa ser ajustado a elas, o freio atua nas barras, regi\u00e3o da mand\u00edbula desprovida de dentes. Tanto por suas caracter\u00edsticas de a\u00e7\u00e3o como pela regi\u00e3o em que agem no cavalo, brid\u00e3o e freio t\u00eam efeitos diferentes: o brid\u00e3o age levantando a cabe\u00e7a e o pesco\u00e7o do cavalo, enquanto o freio tem a\u00e7\u00e3o abaixadora da cabe\u00e7a, al\u00e9m de induzir o flexionamento da nuca. De um modo geral, o brid\u00e3o \u00e9 uma embocadura de a\u00e7\u00e3o mais suave que o freio, e pode ser usado at\u00e9 o final do adestramento, desde que o cavaleiro seja habilidoso e o animal responda satisfatoriamente aos comandos.<br \/>\u00a0 \u00a0 \u00a0Freio e brid\u00e3o t\u00eam caracter\u00edsticas pr\u00f3prias que resultam na maior ou menor intensidade de sua a\u00e7\u00e3o. Chamamos de leve uma embocadura que tem efeitos suaves, e pesada, aquela cujo efeito \u00e9 mais forte, mais atuante. De forma comum a freio e brid\u00e3o, a embocadura ser\u00e1 tanto mais leve quanto mais grossa for a espessura do bocado, sendo mais pesada a embocadura de bocado mais fino. Isto porque quanto mais fino o bocado, mais cortante ser\u00e1 sua superf\u00edcie de contato, portanto mais agressiva, mais atuante. O bocado pode ainda ser r\u00edgido ou articulado, sendo este \u00faltimo mais leve por permitir que a for\u00e7a de a\u00e7\u00e3o das m\u00e3os seja dissipada por sua articula\u00e7\u00e3o. O material no qual o bocado \u00e9 constitu\u00eddo pode ainda gerar altera\u00e7\u00f5es de efeito nas embocaduras. Um bocado de borracha ser\u00e1 menos agressivo que um de a\u00e7o, portanto mais leve. O brid\u00e3o de borracha tem seu uso recomendado para animais novos, que ainda s\u00e3o trabalhados com a focinheira, e servir\u00e1 ent\u00e3o para que o cavalo se habitue com uma embocadura dentro da boca. Neste caso, o brid\u00e3o de borracha n\u00e3o deve ser acionado pelas r\u00e9deas, mas sim ajustado \u00e0 boca pela cabe\u00e7ada, e as r\u00e9deas s\u00f3 devem se atar \u00e0 focinheira.<br \/>\u00a0 \u00a0 \u00a0Al\u00e9m destas caracter\u00edsticas comuns a freio e brid\u00e3o, outras particulares a cada uma das embocaduras resultam tamb\u00e9m em a\u00e7\u00f5es de maior ou menor intensidade. No brid\u00e3o, um bocado que corre livre na argola absorve melhor impactos provenientes dos movimentos, diferente do que ocorre com bocados fixos nas argolas. Desta forma, quanto maior o di\u00e2metro das argolas mais livre ficar\u00e1 o bocado. Para animais em in\u00edcio de adestramento, \u00e9 sugerido o uso de um brid\u00e3o leve (grosso), que permita um apoio franco do cavalo. Sugere-se um brid\u00e3o de \u201cagulha\u201d. Esta embocadura se caracteriza por apresentar prolongamentos laterais a partir das argolas, chamadas de agulhas. Quando se procura desviar lateralmente a cabe\u00e7a e o pesco\u00e7o de um animal novo, ainda sem flexionamento, indicando-lhe a dire\u00e7\u00e3o a seguir, \u00e9 comum que o mesmo apresente uma rea\u00e7\u00e3o a este comando, n\u00e3o cedendo \u00e0 a\u00e7\u00e3o do cavaleiro. As agulhas v\u00e3o impedir que o brid\u00e3o corra e venha a sair da boca do animal, por estarem apoiadas na face externa da bochecha.<br \/>\u00a0 \u00a0 \u00a0A eleva\u00e7\u00e3o da base do pesco\u00e7o, como j\u00e1 citado anteriormente, depender\u00e1 do aumento do engajamento dos membros posteriores, e da resist\u00eancia das m\u00e3os do cavaleiro sobre a embocadura. Esta mudan\u00e7a de postura pode ser obtida com o uso ainda do brid\u00e3o de agulha, ou mesmo com o brid\u00e3o em \u201cD\u201d. que favorece o apoio. O motivo veremos mais tarde.<br \/>\u00a0 \u00a0 \u00a0A descontra\u00e7\u00e3o do maxilar do cavalo \u00e9 uma meta a ser perseguida pelo cavaleiro, principalmente quando monta animais de apoio muito pesado. Algumas embocaduras s\u00e3o dotadas de um acess\u00f3rio que favorece a descontra\u00e7\u00e3o do maxilar. S\u00e3o pequenos an\u00e9is de cobre, que envolvem a parte central do bocado. Sob o efeito destes an\u00e9is o animal \u00e9 induzido a \u201cbrincar\u201d com a embocadura, mascando-a suave e continuamente, na tentativa de degluti-la. Chama-se de efeito bomba a subida e descida do bocado quando desta atitude do cavalo. Este efeito sinaliza para o cavaleiro a descontra\u00e7\u00e3o do maxilar. Observa-se a produ\u00e7\u00e3o de espuma na boca do cavalo, provocada por uma saliva\u00e7\u00e3o intensa. Por este motivo d\u00e1-se a este acess\u00f3rio o nome de salivador.<br \/>\u00a0 \u00a0 \u00a0Algumas caracter\u00edsticas das embocaduras podem favorecer ou inibir a descontra\u00e7\u00e3o do maxilar. Os bocados articulados favorecem tal descontra\u00e7\u00e3o, por serem elementos m\u00f3veis na boca do animal. Da mesma forma os brid\u00f5es de argola, por permitirem a movimenta\u00e7\u00e3o do bocado para cima e para baixo, em favor do efeito \u201cbomba\u201d.<br \/>Cavalos que n\u00e3o se apoiam com confian\u00e7a na embocadura podem ter este apoio favorecido por instrumentos de bocado fixo. O brid\u00e3o em \u201cD\u201d \u00e9 um exemplo que, ao contr\u00e1rio do brid\u00e3o de argola, limita a movimenta\u00e7\u00e3o para cima e para baixo do bocado.<br \/>Em animais que se apresentam j\u00e1 bem apoiados e com um pesco\u00e7o com base sustentada, bem posicionado, deve-se promover o flexionamento da nuca. Como j\u00e1 foi citado, o brid\u00e3o de argola facilita a descontra\u00e7\u00e3o do maxilar, indispens\u00e1vel para se obter o flexionamento da nuca, passo seguinte ao posicionamento correto do pesco\u00e7o. As embocaduras dotadas de salivador podem ser um recurso avan\u00e7ado para animais que, n\u00e3o descontraindo o maxilar, n\u00e3o flexionam a nuca.<br \/>\u00a0 \u00a0 \u00a0Os freios apresentam um n\u00famero maior de detalhes que alteram a intensidade de sua a\u00e7\u00e3o. O comprimento das c\u00e2imbras, canas ou pernas do freio (hastes laterais que se prolongam a partir do bocado), e sobretudo a diferen\u00e7a entre suas por\u00e7\u00f5es inferior e superior, tornam o freio mais leve ou mais pesado, sendo mais leves os que apresentam a por\u00e7\u00e3o inferior mais curta, por um menor efeito multiplicador de for\u00e7a (alavanca). O fato de ter uma articula\u00e7\u00e3o entre as c\u00e2imbras e o bocado torna o freio mais leve do que aquele que tem o bocado fixo \u00e0s c\u00e2imbras. Esta articula\u00e7\u00e3o amortece impactos e dissipa for\u00e7as, tornando o freio mais leve. A forma do bocado tamb\u00e9m interfere na intensidade de a\u00e7\u00e3o do freio. Alguns freios apresentam uma curvatura no bocado, a passagem de l\u00edngua, que como o pr\u00f3prio nome indica, permite a acomoda\u00e7\u00e3o da l\u00edngua sob a mesma. Desta forma o bocado se apoia diretamente nas barras, impedindo que a l\u00edngua, entre barras e bocado, amorte\u00e7a seu efeito. Com a passagem de l\u00edngua, portanto, o freio torna-se mais pesado. O ajuste da barbela \u00e9 ainda fundamental para o efeito do freio. N\u00e3o deve ser muito apertada, por tornar muito forte sua a\u00e7\u00e3o, nem t\u00e3o frouxa, o que resultar\u00e1 numa inefici\u00eancia da embocadura. Seu ajuste deve ser tal que permita pequena liberdade entre uma posi\u00e7\u00e3o mais relaxada do freio, por relaxamento tamb\u00e9m das r\u00e9deas, e uma posi\u00e7\u00e3o mais ajustada, ativa, pelo contato do cavaleiro atrav\u00e9s das r\u00e9deas.<br \/>\u00a0 \u00a0 \u00a0Em casos mais rebeldes, em que o animal n\u00e3o aceita o flexionamento da nuca pelo uso do brid\u00e3o, pode-se usar o freio, que pela pr\u00f3pria forma de a\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 \u00e9 mais pesado, geralmente, que o brid\u00e3o, como tamb\u00e9m promove o flexionamento da nuca. Deve-se ter sempre em mente que tal mudan\u00e7a de postura deve ser conseguida pela descontra\u00e7\u00e3o do maxilar, e nunca pelo uso da for\u00e7a. Refor\u00e7ando o que j\u00e1 foi citado, as embocaduras com salivador favorecem o flexionamento da nuca, pelo efeito de descontra\u00e7\u00e3o do maxilar. Deve-se cuidar, no entanto, quando do uso de embocaduras com salivador, para que seu efeito n\u00e3o venha a ser tal que desapoie o animal pelo excesso de descontra\u00e7\u00e3o do maxilar! O uso das pernas gerando impuls\u00e3o e j\u00e1 indispens\u00e1vel em qualquer fase do adestramento, \u00e9 tamb\u00e9m de fundamental import\u00e2ncia para que se evite estes casos.<br \/>\u00a0 \u00a0 \u00a0Vulgarmente chamado de \u201cfreio-brid\u00e3o\u201d, o freio \u201cPelhan\u201d \u00e9 uma embocadura que apresenta caracter\u00edsticas pr\u00f3prias, com argolas diferentes para r\u00e9deas se atarem, agindo distintamente como freio e brid\u00e3o. Se as r\u00e9deas se atarem nas argolas do brid\u00e3o, o efeito ser\u00e1 desta embocadura. Caso as r\u00e9deas se encontrem atadas nas argolas de freio, a a\u00e7\u00e3o passa a ser desta outra. Pode-se ainda usar o Pelhan com quatro r\u00e9deas: duas atadas \u00e0s argolas de freio e outras duas \u00e0s argolas de brid\u00e3o. De acordo com a posi\u00e7\u00e3o das m\u00e3os, as a\u00e7\u00f5es se dividem com efeitos de freio e\/ou brid\u00e3o. Para tal, s\u00e3o necess\u00e1rias habilidade e experi\u00eancia do cavaleiro.<br \/>\u00a0 \u00a0 \u00a0Algumas embocaduras especiais apresentam caracter\u00edsticas pr\u00f3prias, como bocados finos e retorcidos, pernas muito longas, passagem de l\u00edngua demasiadamente alta, enfim, cuja utiliza\u00e7\u00e3o quase nunca \u00e9 apropriada para cavalos marchadores. Por apresentar um bom temperamento de sela, f\u00e1cil aceita\u00e7\u00e3o dos comandos e ainda uma conforma\u00e7\u00e3o leve, o Campolina dispensa para seu adestramento estas embocaduras especiais, principalmente se o adestramento for executado com t\u00e9cnica e por cavaleiro competente.<\/p>\r\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre as pessoas envolvidas com a cria\u00e7\u00e3o de cavalos, de um modo geral, existe certo desconhecimento acerca de embocaduras, suas fun\u00e7\u00f5es e seus usos mais corretos.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":15855,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_kad_post_transparent":"default","_kad_post_title":"default","_kad_post_layout":"default","_kad_post_sidebar_id":"","_kad_post_content_style":"default","_kad_post_vertical_padding":"default","_kad_post_feature":"","_kad_post_feature_position":"","_kad_post_header":false,"_kad_post_footer":false,"_kad_post_classname":"","footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-6539","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cuidados"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/campolina.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6539","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/campolina.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/campolina.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/campolina.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/campolina.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6539"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/campolina.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6539\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15856,"href":"https:\/\/campolina.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6539\/revisions\/15856"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/campolina.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/15855"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/campolina.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6539"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/campolina.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6539"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/campolina.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6539"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}